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Calculadoras Financeiras Grátis

Ferramentas simples e diretas para planejar seu dinheiro: sem cadastro, sem pegadinha, direto no navegador.

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Rescisão Trabalhista

Demitido ou pedindo as contas? Calcule saldo, aviso, 13º, férias e multa do FGTS — já com os descontos de INSS e IRRF 2026.

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Salário Líquido

Quanto realmente cai na conta? Informe o bruto e veja os descontos de INSS e Imposto de Renda 2026, já com a isenção até R$ 5.000.

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Seguro-Desemprego

Foi demitido sem justa causa? Veja quantas parcelas você recebe e o valor de cada uma pela tabela oficial do MTE de 2026.

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Férias

Férias marcadas? Calcule o valor com o 1/3 constitucional, veja quanto rende vender 10 dias e os descontos de INSS e IRRF 2026.

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13º Salário

Quanto vem na 1ª e na 2ª parcela? Calcule o 13º bruto, o proporcional por avos e os descontos de INSS e IRRF 2026.

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Horas Extras

Confira se pagaram certo: o valor da sua hora, os adicionais de 50% e 100% e o reflexo no DSR que muita folha esquece.

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FGTS

Estime quanto a empresa já depositou para você (8% ao mês, com 13º e férias) e o valor da multa de 40% na demissão.

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Juros Compostos

Veja quanto seu dinheiro rende com aportes mensais no Tesouro, CDB ou poupança — e o poder dos juros sobre juros no longo prazo.

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Reserva de Emergência

Descubra quanto guardar conforme seu perfil (CLT, autônomo, servidor), quanto ainda falta e onde deixar o dinheiro.

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Independência Financeira

Quanto você precisa acumular para viver de renda — e em quantos anos chega lá com seus aportes atuais.

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Por que usar calculadoras financeiras?

Planejar dinheiro no "achismo" é a receita para frustração. Uma boa calculadora transforma metas vagas ("quero juntar dinheiro") em números concretos: quanto guardar por mês, por quanto tempo e o que esperar no final. É o primeiro passo recomendado em qualquer plano — antes mesmo de escolher onde investir.

Por onde começar?

Se você está começando do zero, a ordem que recomendamos: primeiro a reserva de emergência (sua proteção), depois simule seus investimentos com a calculadora de juros compostos e, por fim, trace a meta de longo prazo com a calculadora de independência financeira. Para aprofundar, comece pelo nosso guia de reserva de emergência e a regra 50-30-20.

São realmente grátis e seguras?

Sim. Todas as calculadoras do FiqueRicoAgora são 100% gratuitas, não pedem cadastro nem e-mail e funcionam inteiramente dentro do seu navegador — nenhum dado que você digita é enviado ou armazenado em nossos servidores. Você pode usá-las quantas vezes quiser e refazer cada cenário à vontade.

Que dados eu preciso ter em mãos?

Pouca coisa. Para a de juros compostos, basta o valor inicial, quanto você pretende aportar por mês e uma estimativa de taxa de juros. Para a reserva de emergência, o seu custo de vida mensal. Para a independência financeira, quanto você gostaria de receber de renda por mês no futuro. Em todas elas, o mais valioso é testar vários cenários mudando um número de cada vez — é assim que se enxerga, por exemplo, o impacto enorme de começar a investir alguns anos mais cedo, ou de aumentar o aporte em uma quantia pequena.

Duas famílias de calculadora, dois usos diferentes

As dez ferramentas desta página parecem irmãs, mas respondem a perguntas de naturezas opostas — e confundir isso é a origem da maior parte da frustração de quem usa.

As calculadoras trabalhistas (rescisão, salário líquido, férias, 13º, horas extras, FGTS e seguro-desemprego) servem para conferir. O valor já existe, a regra está na lei e existe uma resposta certa. Você não está projetando nada: está checando se a empresa aplicou corretamente o que a CLT determina. Por isso, aqui, divergência entre o seu número e o do contracheque é motivo para investigar.

As calculadoras de investimento (juros compostos, reserva de emergência e independência financeira) servem para projetar. Não existe resposta certa, porque o resultado depende de premissas que você escolhe — taxa de juros, tempo, quanto vai aportar. Aqui o valor da ferramenta não está no número final, e sim na comparação entre cenários: o que muda se eu começar dois anos antes, se aportar R$ 100 a mais, se a taxa vier abaixo do esperado.

Qual calculadora usar em cada situação

Quase toda dúvida de dinheiro do dia a dia cai em uma destas situações:

Sua situaçãoCalculadora indicada
Fui demitido e quero saber quanto tenho a receberRescisão trabalhista
Recebi proposta de emprego e quero saber o que cai na contaSalário líquido
Fui demitido sem justa causa e quero saber as parcelas do benefícioSeguro-desemprego
Vou tirar férias e penso em vender 10 diasFérias
Quero saber quanto vem em cada parcela do 13º13º salário
Desconfio que as horas extras vieram erradasHoras extras
Quero estimar meu saldo e a multa de 40%FGTS
Quero saber quanto guardar antes de investirReserva de emergência
Quero ver quanto meus aportes viram no longo prazoJuros compostos
Quero saber quanto preciso para viver de rendaIndependência financeira

Erros comuns que fazem a conta sair errada

Quando o resultado não bate com o esperado, na maioria das vezes o problema está no que foi digitado, não na fórmula:

O que estas calculadoras não fazem

Ser útil também é ser claro sobre os limites. Estas ferramentas não substituem o cálculo oficial da empresa nem a orientação de um advogado ou contador, e há coisas que elas legitimamente não cobrem:

Elas aplicam a regra geral da CLT, mas não conhecem a convenção ou o acordo coletivo da sua categoria — e é comum que esses instrumentos garantam pisos, adicionais ou percentuais melhores que o mínimo legal. Também não incluem descontos que variam de contrato para contrato, como vale-transporte, coparticipação em plano de saúde, adiantamentos, empréstimo consignado ou pensão alimentícia. E não tratam de situações especiais como estabilidade (gestante, acidentado, cipeiro), aviso prévio proporcional acima do mínimo ou verbas rescisórias negociadas em juízo.

No lado dos investimentos, a limitação é outra: nenhuma projeção é promessa. O rendimento real varia com a taxa de juros da economia, a inflação e o produto escolhido, e o retorno passado de qualquer aplicação não garante o futuro. Use os resultados para comparar caminhos, confirme as taxas vigentes nas fontes oficiais e, para decisões relevantes, procure um profissional certificado.

Perguntas frequentes sobre as calculadoras

As calculadoras trabalhistas servem para qualquer tipo de contrato?

Elas foram feitas para o contrato CLT, que é o regime da maior parte de quem tem carteira assinada. Autônomos, MEIs, servidores públicos estatutários e empregados domésticos seguem regras próprias em vários pontos — o trabalho doméstico, por exemplo, tem regime de FGTS diferente. Se for o seu caso, use o resultado como ordem de grandeza e confirme as particularidades da sua categoria.

O valor vai bater exatamente com o que a empresa pagar?

Nem sempre, e isso não significa erro na conta. O cálculo legal é a base; sobre ele incidem as regras da convenção coletiva da sua categoria e descontos que variam de contrato para contrato, como vale-transporte, plano de saúde, adiantamentos e pensão. A calculadora entrega o que a lei garante — o contracheque soma o que o seu contrato acrescenta.

As tabelas de INSS e Imposto de Renda estão atualizadas?

Sim, as calculadoras usam as tabelas vigentes em 2026, já com a faixa de isenção mensal do Imposto de Renda em R$ 5.000. Como essas tabelas são alteradas por lei e costumam mudar na virada do ano, confirme na fonte oficial (Receita Federal e INSS) sempre que a diferença de alguns reais for importante para a sua decisão.

Preciso criar conta ou instalar alguma coisa?

Não. Nenhuma calculadora pede cadastro, e-mail ou download. Tudo funciona dentro do seu navegador, e os números que você digita não saem do seu aparelho — não são enviados nem armazenados por nós.

Dá para usar pelo celular?

Sim, todas funcionam no celular. Boa parte das consultas trabalhistas acontece justamente na hora do aperto — a demissão que acabou de sair, o contracheque que chegou estranho —, então as páginas foram feitas para abrir rápido e caber na tela pequena.

Qual a diferença entre as calculadoras trabalhistas e as de investimento?

A finalidade. As trabalhistas conferem um valor que já existe e tem regra fixa em lei: existe uma resposta certa. As de investimento projetam um cenário futuro a partir de premissas que você escolhe: não existe resposta certa, existe cenário mais ou menos provável. Por isso as primeiras servem para reclamar uma diferença, e as segundas para tomar decisão de planejamento.